terça-feira, 22 de junho de 2010

HINO DE SANTAREM

Santarém do meu coração!
Terra mimosa, de paz e de sonhos de amor.
Santarém do meu coração!
Lindo jardim, vivaz canteiro do Céu todo em flor.

Santarém, princesa da luz,
De praias alvas e campinas verdes, rio de anil,
Onde flutuam iáras mil,
Loucas, ao léu na onda azul.
Santarém, meu jardim, meu Pará, Meu Brasil.

Flor das margens virentes,
Formosas, ridentes,
Do meu Tapajós azul
- Azul como o Céu -

Quero cantar meu torrão, Santarém,
Terra de encantos, de amor e de luz,
Onde o Cruzeiro sem véu
Espelha a sombra da Cruz
No Céu.



segunda-feira, 21 de junho de 2010

SANTAREM -A PERÓLA DO TAPAJÓS ESTÁ COMPLETANDO 349 DE HISTORIA

A história de Santarém começa com a primeira notícia que se tem do contato do homem "civilizado" e os índios Tupaiús ou Tapajós. Nurandaluguaburabara seria, talvez, o chefe dos Tupaiús, citado pelo monge dominicano Frei Gaspar de Carvajal que fazia parte da expedição de Francisco Orellana pela região, em 1542.
Em 1626, dá-se a chegada dos novos habitantes na região, na maioria portugueses. O Começo da povoação de Santarém foi marcado pela luta de terras entre índios e brancos.
Santarém foi fundada pelo Pe. João Felipe Bettendorff, em 22 de junho de 1661, recebendo o nome em homenagem à cidade Portuguesa de Santarém. Logo ao chegar, o fundador construiu, de taipa, a primeira capela de Nossa Senhora da Conceição. Trinta e seis anos mais tarde, em 1697, ocorreu a inauguração da Fortaleza do Tapajós, numa colina próxima ao Rio Tapajós, para melhor proteção dos ataques de estrangeiros.
A Aldeia dos Tapajós, como era chamada, foi elevada à categoria de vila, em 14 de março de 1758, por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, o então governador da Província do Grão Pará, recebendo o nome de Santarém. Foi elevada à categoria de cidade, em 24 de outubro de 1848, em consequência de seu notável desenvolvimento

quinta-feira, 17 de junho de 2010

CARTAZ DA FESTA DE SANTO ANTONIO DE PADUA

CARTAZ DA FESTA DE SANTO ANTONIO DE PAUDUA PADROEIRODA CIDADE DE BELTERRA

quarta-feira, 16 de junho de 2010

mil ventos


Não fiques ante meu túmulo chorando

Não fiques ante meu túmulo chorando
Eu não estou ali, não estou dormindo
Estou nos mil ventos que estão soprando
E na macia neve que está caindo

Estou na chuva quando está chovendo
Estou nos campos de maduro grão
Estou no silêncio que se está fazendo
Estou no gracioso turbilhão

De bonitos pássaros em revoada.
Estou sempre no brilho das estrelas
Estou numa sala calma e perfumada
No perfume dessas flores que são belas

No canto desses pássaros cantando
Estou em cada coisa amável para ti

Não fiques ante meu túmulo, gritando
Eu não estou ali, eu não morri.

relembre- cristina rosseti

Recorda-te de mim quando eu embora
for para o chão silente e desolado;
quando não te tiver mais ao meu lado
e sombra vá chorar por quem me chora.

Quando não mais puderes, hora a hora,
falar-me no futuro que hás sonhado,
ah! de mim te recorda e do passado,
delícia do presente por agora.

No entanto, se algum dia me olvidares
e depois te lembrares novamente,
não chores: que, se em meio aos meus pesares,

um resto houver do afeto que em mim viste,
- melhor é me esqueceres, mas contente,
que me lembrares e ficares triste.

salmo 23


quarta-feira, 9 de junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

FORDLANDIA



Fordlândia foi o nome dado a uma gleba de terra adquirida pelo empresário norte-americano Henry Ford, através de sua empresa Companhia Ford Industrial do Brasil, por concessão do Estado do Pará, por iniciativa do governador Dionísio Bentes e aprovada pela Assembléia Legislativa, em 30 de setembro de 1927. A área de 14.568 km2 fica próximo a cidade de Santarém, no estado do Pará, às margens do Rio Tapajos.
Ford tinha a intenção de usar Fordlândia para abastecer sua empresa de látex necessário a confecção de pneus para seus automóveis, então dependentes da borracha produzida na Malásia, na época colônia britânica. Os termos da concessão isentavam a Companhia Ford do pagamento de qualquer taxa de exportação de borracha, latex, pele, couro, petróleo, sementes, madeira ou qualquer outro bem produzido na gleba. As negociações foram conduzidas pelo brasileiro Jorge Dumont Villares, representante do governador Dionísio Bentes, que visitou Henry Ford nos EUA. Os representantes da Ford, para receber a área, foram O. Z. Ide e W. L. Reeves Blakeley.

A terra era infértil e pedregosa e nenhum dos gerentes de Ford tinha experiência em agricultura equatorial. As seringueiras, árvores de onde se extrai o látex, plantadas muito próximas entre si, o oposto das naturalmente muito espaçadas na selva, foram presa fácil para pragas agrícolas, principalmente microorganismos do gênero Microcyclus que dizimaram as plantações.

Os trabalhadores das plantações recebiam uma alimentação típica norte-americana, como hambúrgueres, instalados em habitações também ao estilo norte-americano, obrigados a usar crachás e comandados num estilo a que não estavam habituados, o que causava conflitos e baixa produtividade. Em 1930, os trabalhadores locais se revoltaram contra gerentes truculentos, que tiveram que se esconder na selva até o exército brasileiro intervir e restabelecer a ordem.

O governo brasileiro suspeitava dos investimentos estrangeiros, especialmente na Amazônia, e oferecia pouca ajuda. Ford ainda tentou realocar as plantações em Belterra, mais para o norte, onde as condições para a seringueira eram melhores mas, a partir de 1945, novas tecnologias permitiam fabricar pneus a partir de derivados de petróleo, o que tornou o empreendimento um total desastre, causando prejuízos de mais de vinte milhões de dólares.
Com o falecimento de Henry Ford, seu neto Henry Ford II assumiu o comando da empresa nos Estados Unidos e decidiu encerrar o projeto de plantação de seringueiras no Brasil. Através do Decreto nr. 8.440 de 24 de dezembro de 1945, o Governo Federal brasileiro definiu as condições de compra do acervo da Companhia Ford Industrial do Brasil: a Ford foi indenizada em aproximadamente US$ 250.000, e o governo brasileiro assumiu as obrigações trabalhistas dos trabalhadores remanecentes, além de receber seis escolas (quatro em Belterra e duas em Fordlândia); dois hospitais; estações de captação, tratamento e distribuição de água nas duas cidades; usinas de força; mais de 70 quilômetros de estradas; dois portos fluviais; estação de rádio e telefonia; duas mil casas para trabalhadores; trinta galpões; centros de análise de doenças e autópsias; duas unidades de beneficiamento de látex; vilas de casas para a administração; departamento de pesquisa e análise de solo; plantação de 1.900.000 seringueiras em Fordlândia e 3.200.000 em Belterra 

terça-feira, 1 de junho de 2010

TV LIBERAL BELEM

A TV Liberal é uma emissora de televisão brasileira instalada na cidade de Belém, capital do estado do Pará. A emissora é sintonizada nos canais 7 VHF (analógico) e 21 UHF (digital). É umas das antigas afiliadas à Rede Globo, desde a inauguração em 1976.


A emissora é responsável pela Rede Liberal, que retransmite a programação da Rede Globo e produzir programas locais para interior do Pará e faz parte das Organizações Rômulo Maiorana (ORM).
Às vésperas da TV Liberal completar 10 anos no ar, morre Rômulo Maiorana em abril de 1986. A viúva, Lucidéa Maiorana, assume a presidência da emissora. Os filhos assumem a direção da ORM.
Em 2001, os telejornais diários, Liberal Comunidade, Bom Dia Pará, Jornal Liberal 1ª Edição e Jornal Liberal 2ª Edição, ganharam novos cenários. As mudanças foram por conta das orientações da Rede Globo, que pediu reformulamento todos os telejornais das afiliadas.


No mesmo ano, em outubro, a Corrida do Círio já era prova mais tradicional do atletismo no Norte do país e 2.500 atletas de todo o país e do exterior correram pelas ruas de Belém, com cobertura da emissora.
No início de 2002, os Desportos Aquáticos tiveram destaque nacional, com a realização do Campeonato Sul-Americano de Natação, categoria absoluto. Belém recebeu 500 atletas de 12 países, entre eles o medalhista olímpico Gustavo Borges e a TV Liberal fez cobertura.
Em 2004, estreou o programa É do Pará (exibido todos os sábados).
Em 2006, os cenários e nomes dos telejornais Jornal Liberal 1ª Edição e Jornal Liberal 2ª Edição são substituídos para siglas de JLTV 1ª Edição e JLTV 2ª Edição.
Em 10 de Setembro de 2009 a TV Liberal iniciou as transmissões da TV digital, através do canal 21 digital para toda a capital Paraense.

RADIO E TELEVISÃO TAPAJOS LTDA

A TV Tapajós é uma emissora de televisão brasileira afiliada da Rede Globo de televisão em Santarém. Foi fundada em 26 de maio de 1979 e é a segunda emissora da Rede Globo no estado do Pará. Atualmente está em fase de ampliação do sinal para todo o oeste do Pará, através de comunicação por satélite.
Lançamento da pedra fundamental de construção da obra da TV Tapajós. A arquitetura do prédio seguiu todos os padrões avançados para uma emissora de televisão moderna. Os pisos do estúdio e do complexo operacional são flutuantes. As paredes, forros e pisos equipados com material acústico, evitando qualquer ruído nas transmissões. O sistema de iluminação no padrão aéreo, com canhões e lâmpadas em tungstênio, usado nas melhores emissoras do mundo. Para manter os ambientes em baixa temperatura, que é necessário para o funcionamento dos equipamentos e para evitar ruídos, a emissora era refrigerada com uma central de ar condicionado. Engenheiro projetista: Cel. Wilson Brito. Engenheiro Civil responsável pela obra: José Eduardo Pereira de Siqueira

Em 26 de maio de 1979, às 17h00, a TV Tapajós é inaugurada no canal 4, em meio a uma cerimônia que contou com centenas de convidados, entre os quais, o Ministro das Comunicações, Haroldo Corrêa de Matos, o Governador do Estado, Alacid da Silva Nunes.
As imagens da Rede Globo chegavam aos lares do Oeste do Pará através da Televisão Tapajós, que possuía equipamentos profissionais importados da Alemanha, da Bosch Corporation, última geração em tecnologia de televisão.

Câmeras, VTs e ilhas de edição, estúdios de áudio e vídeo, microfones de lapela, sistema de slide, geradores de caracteres, croma key, VTs de externa, sistema de OPEC, parabólicas, antenas, transmissores e outros equipamentos foram adquiridos para o funcionamento da única emissora geradora de televisão no interior da Amazônia.
Inicialmente o transmissor era de 500 Watts. Durante mais de uma década, a TV Tapajós foi se adaptando aos novos lançamentos em tecnologia, procurando acompanhar as geradoras do país. Foram trocados os equipamentos e transmissores para 1.000 e depois para 2.000 Watts.
Em março de 1997, acompanhando a inovação tecnológica, sob o comando de Joaquim da Costa Pereira, a TV Tapajós equipara-se às mais modernas emissoras de televisão do país. O complexo operacional é completamente renovado.

Equipamentos betacam são adquiridos e o jornalismo da TV Tapajós passa a operar com câmeras, VTs e ilhas de edição no sistema NTSC (Betacam), de última geração. O setor de produção comercial também é renovado.
Entra na era digital, com editor não linear, computação gráfica e é atualizado com os modernos softwares de animação e efeitos gráficos. Todos os setores da emissora são informatizados, conectados em rede e com acesso à internet.
O sistema de iluminação foi reforçado. Painéis com lâmpadas de luz fria foram adquiridos e os canhões de tungstênio foram redimensionados. O sistema de refrigeração foi reavaliado. Dez mini-centrais de ar condicionado foram instaladas e a central de ar continua como reserva.
Em janeiro de 1999, buscando sempre melhorar cada vez mais as imagens geradas aos lares do Oeste do Pará, a TV Tapajós implanta um novo transmissor de 5.000 Watts, ampliando em mais de 100% a potência já existente, possibilitando a chegada do seu sinal em mais municípios do Oeste do Pará. O novo transmissor já está equipado com módulos tecnológicos que poderão ser trocados e adaptados para o HDTV digital, com alta definição, assim que haja definição do sistema brasileiro. O transmissor reserva de 1.000 Watts também foi recentemente adquirido, havendo uma renovação total no parque de transmissores da TV Tapajós. A partir de 1999, o projeto de ampliação da emissora, com links de microondas, começou a ser implantado nos municípios do Oeste do Pará.
Em dezembro de 2001, o avanço tecnológico, com a internet, tornou efetivamente o mundo uma “aldeia global”. De Santarém, o portal notapajos.com nasceu do projeto do Sistema Tapajós de Comunicação de proporcionar o acesso à informação do interior da Amazônia e da região como um todo.

Como o endereço www.notapajos.com, o portal está na internet desde dezembro de 2001. Desde lá, gradativamente tem sido referência para quem quer saber informações da região. Com seções dos variados setores, o internauta tem a possibilidade de acompanhar notícias de Santarém ou qualquer outra relevância.
Em 6 de janeiro de 2010, o diretor-presidente e fundador da TV Tapajós, Joaquim da Costa Pereira morre de parada cardíaca na capital do estado, Belém. A morte surpreendeu empresários, e outras pessoas importantes de Santarém.
A TV TAPAJOS, BARANGE UMA POPULAÇÃO DE 654,052 PESSOAS, E SUA TRASMISSÃO ATINGE OS 12 PRINCIPAIS MUNICIPIOS DO  OESTE DO PARÁ, SÃO ELES : ALENQUER-BELTERRA-CURUA-FARO-JURUTI-TERRA SANTA-MONTE ALEGRE-OBIDOS-ORIXIMANA-PLACAS-PRAINHA E SANTAREM